BANDA LARGA PARA TODOS



banda
O jornalista Elio Gaspari, de “O Globo”, comenta a declaração da presidente Dilma Rousseff, que anunciou a ampliação do acesso à internet banda larga.
Gaspari exagera no tento ao articular que a seria a jóia da coroa do governo: é esperar muito pouco de Dilma. Mas, como eu tenho teclado aqui, a universalização da banda larga no Brasil é uma providência da mais alta importância para a República.
Na última conversa que tive com o governador Jatene, a prosa terminou exatamente com um apelo meu no sentido de universalizar a internet banda larga no Pará.
Reconheci, na ocasião, que o programa “Navega Pará” foi de ótima concepção, mas, se perdeu na implementação, e o mesmo pode ser recuperado por um custo bem menor do que aquele elaborado, sem o colesterol que lhe acometeu.
Gaspari articula que o Brasil, como décima economia do mundo, “é a 60ª colocada no acesso à internet rápida, atrás de Argentina (49ª), Rússia (48ª) e Grécia (30ª).
Em termos relativos, em se cotejando território e custo de tecnologia, o ranking muda consideravelmente.
Salvo a Rússia, EUA e Canadá, os demais países que ficam à frente do Brasil no quesito absoluto, vão para trás na fila, quando consideradas outras variáveis na equação: a Argentina e a Grécia, por exemplo, têm toda a banda que distribuem coberta por um único satélite cada um, devido ao minúsculo território que têm.
Gaspari trata do custo dos serviços de internet no Brasil, e rebate a alegação dos provedores de que os impostos é que os deixam altos, golpeando que mesmo em se retirando os impostos eles continuam altos: não procede o contra-golpe.
Os impostos puros, federais e estaduais, sobre telecomunicações no Brasil beiram os 50% e, em se colocando os tributos devidos aos municípios e os indiretos às três esferas da federação, totaliza-se mais de 60%.
Uma política tributária diferenciada, portanto, para uma banda larga popular, até 1 GB, por exemplo, assim como já se adota para os serviços de energia e água, é absolutamente necessária para a universalização do produto.
Ao final do artigo Gaspari profetiza: “Se a iniciativa privada persistir na abulia, o Estado entra no mercado.”.
Eu repto: ou Estado entra no mercado ou a iniciativa privada persiste na abulia.

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