Propinoduto tucano: Justiça Federal bloqueia os bens dos investigados

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Embora a imprensa continue silente e só cubra os pontos inocultáveis das investigações do “Propinoduto Tucano”, o caso continuam a todo vapor.
A Justiça Federal decretou ontem (7) o bloqueio dos bens dos investigados no inquérito policial. Os bens bloqueados somam cerca de R$ 60 milhões e constam de contas bancárias, títulos de investimento e ações.
> Relembre o caso
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> Nomes dos donos dos bens não são publicados
Os nomes dos investigados não foram publicados - se fossem do PT ou do PMDB estariam em negrito e caixa alta -, mas sabe-se que os bloqueios recaíram sobre cinco pessoas físicas, três ex-diretores da CPTM, e duas pessoas jurídicas.
> Suíça
As peças enviadas pela Justiça suíça apuram que, apenas em S. Paulo, a Alstom pagou cerca de R$ 45,5 milhões em propinas. O inquérito suíço cita dois tucanos da alta plumagem paulista: Jorge Fagali Neto e Andrea Matarazzo.
> Os contratos suspeitos e empresas denunciadas
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> Alemanha
As peças da Justiça alemã, que já multou a Siemens, apuram que o propinoduto atravessou três governos tucanos em São Paulo desde 1998, cujos contratos somam R$ 1,75 bilhão em valores não atualizados.
> Penalidades
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Os infográficos foram elaborados pelo UOL

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